Quem Somos

Newsletter

Newsletter1 Newsletter2

newsletter3

Corpos Socias

Foram eleitos no mês de Abril 2008, os corpos sóciais para o biénio 2008/2010. São eles:

Mesa Da Assembleia Geral
Presidente – Inácio de Almeida
1º Secretário – Luis Santos
2º Secretário – João Esteves

Direcção
Presidente – Luís Reforço
Vice-Presidente - Rui Macau
Vice-Presidente – Paulo Jorge
Tesoureiro – Rui Teixeira
Secretário – Miguel Jacob
1º Vogal – Nuno Afonso
2º Vogal – Pedro Azevedo
1º Suplente – João Jacob
2º Suplente – Fábio Tavares

Conselho Fiscal
Presidente – Mário Mira
Secretário – Jacinto Roque
Relator – Alexandre Quintelas

História

Relembrando o Passado

Quando na época de 1965/1966 a Direcção da antiga Comissão Central dos Árbitros de Futebol, brilhantemente presidida pelo Engenheiro Sousa Loureiro, alterou a clássica formação das equipas de arbitragem, passando os árbitros de primeira e segunda categoria a contar com quatro fiscais de linha, que utilizavam alternadamente, foi fundado o Núcleo dos Árbitros de Futebol do Barreiro.

Foi seu fundador o então árbitro internacional Mário Mendonça, que com intuição invejável, compreendeu a necessidade de efectuar reuniões semanais com os seus auxiliares, de modo a manter com estes um contacto que lhe permitisse controlar a sua evolução.

Mário Mendonça que começou em Évora, passou por Vila Real e acabou em Setúbal, era um pedagogo nato. Aproveitava muito bem as reuniões para exercer uma acção persistente de formação prática nos elementos da sua equipa, corrigindo-os com subtilezas sem os diminuir, e mentalizando-os para as soluções em campo de situações que tinham grande probabilidade de acontecer no jogo seguinte, abordando os problemas com muito cuidado, dado estar a falar com árbitros sem qualquer experiência nos campeonatos nacionais.

O grupo inicial começou a reunir no CAFÉ TERMINUS, e era constituído por Mário Mendonça, os seus quatro fiscais de linha e o saudoso André Roque. O grupo aumentou muito, em poucas semanas, pois começamos a levar os nossos fiscais de linha do regional e outros árbitros se reuniram a nós.

O grupo atingiu uma dimensão que começou a perturbar os clientes do Café, que naquele tempo o utilizavam especialmente para ver e ouvir a televisão por ser coisa quase rara na nossa terra. O mau estar começou-se a instalar, pois por muito cuidado que tivesse-mos o ruído provocado perturbava na realidade os clientes do Café e tivemos de procurar outro espaço.

Começamos então o périplo dos locais de reunião, tendo passado pelo Sindicato dos Ferroviários do Sul e Sueste, Clube Operário, Associação de Basquetebol, 31 de Janeiro e Leças, onde sempre fomos acolhidos com muita simpatia e a quem muito ficamos a dever, até que em 1978 nos instalamos na nossa actual sede, graças à colaboração especial de Alves Marques e Marques Pires, que com um grupo de árbitros dedicados conseguiram materializar um sonho que há muito estava presente em todos nós.

A partir deste evento começamos a ter uma actividade mais profícua em relação aos árbitros e à própria comunidade local, com a qual colaboramos com muita frequência.

Os observadores mais atentos têm constatado através dos vários órgãos de comunicação social o ritmo com que na nossa sede são efectuadas sessões públicas sobre vários temas do desporto e da cultura portuguesa, quase sempre com grande êxito, devido ao facto das personalidades convidadas serem agentes de muito prestigio que gentilmente se disponibilizam com grande facilidade, para colaborarem connosco.

Assim vamos continuando a trabalhar com a colaboração de mais de uma centena de sócios, divididos em várias comissões activas nas áreas técnica, desportiva, cultural e de angariação de fundos, cada vez com mais entusiasmo para que o objectivo principal bem definido nos nossos Estatutos e que é o de contribuir para a Valorização Técnica e Social dos nossos associados, a bem assim, o de desenvolver O CONVÍVIO E A AMIZADE entre estes e respectivas FAMÍLIAS, seja, apesar das dificuldades que vão surgindo no decurso, cumpridas.

Por Inácio Almeida